
Iria fazer quase três meses da morte de Leah, e até aquele momento Dorcas nunca tinha visto Louis tão depressivo. Dava graças a Merlim por ele continuar a comer, dormir e estudar normalmente e não ser tão radical quanto pessoas que ela já havia lido em livros aleatórios. Passava horas e horas…
ooc: Mells…
Russ da minha vida, desculpa não responder suas mensagens, mas é que to sem crédito. Y.Y E… A Jubs (adm do MM) disse que te mandou uma ask falando sobre a sua ficha, vê lá… Te amo, e eu sei que você vai ler isso. s2
ooc: Leiam, sim? Sei que tem gente ai, sempre tem, por favor.
OOC: Eu concordo em recomeçar, só que assim, se for pra continuar desse jeito, tipo, um entra diz que chegou, e sai. Aí nesse tempo, outro entra e não fala nada. Não vai adiantar. Se for pra recomeçar, temos que ajudar a bells a divulgar aqui. Sei que isso aqui é muito especial para a gente, provem isso, ajudem o rp. As únicas coisa pra fazer são, divulgar e pensar em um plot pro seu char. :D
OOC: CADÊ TODO MUNDO, PORRA? CADÊ MELLS? CADÊ VIVI? CADÊ DRIGO? CADÊ BELLS? CADÊ PAMPAM? CADÊ YAYA? CADÊ? CADÊ? ATÉ A BEA NÃO TÁ ENTRANDO MAIS. CADÊEEEEEEEEEEEEEEEEEE?
@Dodó ||Enrolou em seus dedos o cabelo do mais novo completamente involuntária, respirando fundo e calmamente. Seu coração estava apertado ao ver o estado de Louis, afinal, a loira nunca fora acostumada a ver o irmão daquele jeito. Louie sempre foi extrovertido, e animado. O ver assim, fazia a menina querer que tudo desse certo ao garoto, para acabar com sua amargura que afetava não só a ela, como a todos ao seu redor. - Os senhores Rosier estavam aqui? - Perguntou, segurando para não arregalar os olhos. Ok, então alguma coisa tinha acontecido. - Ela… Hm… Leah pode ter ficado doente, não sei. - Disse nervosa, chegando mais perto do menino, tirando suas mãos de volta do corpo dele e colocando sobre o colo. - Bebê, você pode chorar. Isso não faz mal a ninguém. Mas tem que pensar positivo até qualquer notícia chegar, sim? - Mordeu com força o lábio inferior, respirando com certa dificuldade. A verdade era que, até ela, que tentava ser o máximo de otimismo do mundo, estava pra baixo, e não conseguia pensar em nada para ajudar o garoto.
Os dois ali, os fizeram voltar a infância, quando raramente um consolava ao outro. Isso fazia Louis querer voltar no tempo cada vez mais. Uma época sem muitas preocupações, sem escola, nem desafios ruins como este. Louis suspirou e então respondeu. - Estavam. - confirmou balançando a cabeça, procurando o olhar da irmã. - Pareciam muito abalados para ser uma simples doença. E afinal, o que eles fazem aqui por conta de uma doença, Evan poderia avisar sozinho ao diretor. - O garoto não conseguia pensar em outra coisa. Não mesmo. - Doe, e se ela… - mordeu a linguá para não falar muitas bobagens, mas essa era uma das alternativas de qualquer jeito eles teriam que enfrentar, uma hora ou outra.
Doe deitou sua cabeça na do menino, fazendo carinho em suas orelhas com a ponta da unha. - Leah…? - Disse, segurando a voz preocupada na abertura da garganta. A cunhada havia sumido a alguns dias, e havia tempo que não tinham tocado mais em seu assunto. A loira se remexeu um pouco nervosa, sentindo a provável dor do irmão em si própria. - Ela… Ela deve estar bem, Louie. Você tem que estar forte, apesar de ter acontecido alguma coisa. Não que tenha. - Completou, mordendo o lábio inferior, nervosa. Sem conseguir dizer mais nada, estendeu os braços pro menino, o abraçando sem pedir permissão.
Hesitou um pouco ao toque da irmã, mas logo esqueceu e fechou os olhos. - Leah… - afirmou repetindo o nome da garota. - Louis estava com o coração a mil, gostaria que suas - muitas - perguntas fossem respondidas, mas isso parecia impossível. A única coisa a se fazer era sentar e esperar alguma resposta. O garoto suspirava de preocupação a cada minuto, parecia que só assim se acalmava, ou não. - Não acho que isso seja verdade, Doe. Horas a trás os pais dela entraram a sala do diretor junto de Evan. Todos estavam extremamente abalados… - logo pausou para mais um suspiro pesado. - E se… - começou mas não teve coragem ou mesmo estrutura para continuar, apenas fechou os olhos e mordeu o lábio inferior.
Ao ver a expressão vazia do garoto - coisa que a loira não via a muitíssimo tempo, Doe fez questão de chegar mais perto dele, passando seu braço pelo seu pescoço. - O que houve, curly? - A loira arrumou os tão amados cabelos do mais novo, fazendo o garoto deitar sobre seu ombro por sua própria vontade. Deixou o saquinho de doce na sua paralela, esquecendo-se completamente de sua antiga felicidade pela glicose. - Vamos conversar? - Bom, não saiu muito bem como uma pergunta. Foi mais uma afirmação, mas ok. Dorcas procurou os olhos azuis de Louis, com um sorriso carinhoso e materno nos lábios, tentando o máximo fazer o garoto se sentir confortável ao seu lado.
Deitou a cabeça no ombro da irmã, suspirando novamente, ali ele se sentia seguro e confortável. - Eu não sei. Alguma coisa com… - ele deu uma breve pausa fechando os olhos e logo os abrindo novamente. - Leah. - disse em um fio de voz - Pode ser. - respondeu sem emoção, então fechou os olhos novamente passando os braços sobre a cintura da mais velha. - Alguma coisa aconteceu. E… Não acho que seja uma coisa boa. - disse em uma mistura de sussurros, suspirando mais pesadamente.