The boy
of curly hair and blue eyes
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take your hands off my brother | @louie

meowdowes:

Iria fazer quase três meses da morte de Leah, e até aquele momento Dorcas nunca tinha visto Louis tão depressivo. Dava graças a Merlim por ele continuar a comer, dormir e estudar normalmente e não ser tão radical quanto pessoas que ela já havia lido em livros aleatórios. Passava horas e horas…



Fazia um tempo que Louis não sorria, ou melhor, sorria de verdade. O moreno era obrigado a mentir sobre seu humor para evitar perguntas ou comentários que o podiam o fazer lembrar dos acontecimentos. Ele sentia muita falta de sua noiva… Leah. O som das letras de seu nome faziam Louis se arrepiar, o garoto nunca havia sentido por ninguém o que sentia por ela.

Como de costume, o moreno deixou o salão principal logo após o termino do café, caminhando para o salão comunal, esses eram os dias de Louis agora, andar pra lá e para cá, cabisbaixo, hora sorrindo falsamente, outrora fechando a cara completamente.

Chegando ao salão, Louis tirou sua capa e jogou-se no sofá, as vezes descansar mais poderia melhorar o humor dele. Um bando de garotas entraram pela passagem, sentando-se todas no parapeito da enorme janela, para poderem fofocar, elas fofocavam tão alto que consequiram acordar o garoto, que pode ouvir metade da conversa. “Vocês viram, hoje faz três meses que aquela Sonserina idiota morreu… Leah, se não me engano.” Isso bastou para que o moreno se levanta-se agressivamente e andasse para os jardins. “Nenhum lugar de paz mais?” Perguntou a si mesmo em sua mente. Louis retirou os sapatos e sentou-se a beira do lago, encostado em uma das árvores. De repente o garoto pode ouvir duas garotas cochichando ali por perto. O moreno abriu os olhos e deu de cara com as duas a sua frente, sorrindo e acenando. Louis para manter a simpátia, acenou de volta lentamente e abriu um sorriso falso, esperando que assim elas fossem para outro lugar. Mas parece que não, elas ficaram ali, por horas e horas, “santo merlin, será que elas não se cansam?”, pensou. Até que uma loira descabelada e desarrumada chegou espantando as duas, Louis revirou os olhos, porém, estava agradecido por Doe ter feito aquilo, a loira sentou ao seu lado e então ele abrassou seus próprios joelhos

- Hm… É bem cansativo mesmo, quando se chega em um certo ponto. -

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ooc: Por que vocês não abrem turnos? Eu sei que vocês tão online ai! y.y


ooc: Mells…

Russ da minha vida, desculpa não responder suas mensagens, mas é que to sem crédito. Y.Y E… A Jubs (adm do MM) disse que te mandou uma ask falando sobre a sua ficha, vê lá… Te amo, e eu sei que você vai ler isso. s2


ooc: Leiam, sim? Sei que tem gente ai, sempre tem, por favor. 

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#HELP  #PRIS  
1 year ago · 3 notes · reblog

OOC: Eu concordo em recomeçar, só que assim, se for pra continuar desse jeito, tipo, um entra diz que chegou, e sai. Aí nesse tempo, outro entra e não fala nada. Não vai adiantar. Se for pra recomeçar, temos que ajudar a bells a divulgar aqui. Sei que isso aqui é muito especial para a gente, provem isso, ajudem o rp. As únicas coisa pra fazer são, divulgar e pensar em um plot pro seu char. :D


OOC: CADÊ TODO MUNDO, PORRA? CADÊ MELLS? CADÊ VIVI? CADÊ DRIGO? CADÊ BELLS? CADÊ PAMPAM? CADÊ YAYA? CADÊ? CADÊ? ATÉ A BEA NÃO TÁ ENTRANDO MAIS. CADÊEEEEEEEEEEEEEEEEEE? 


@Dodó || @Curly

@Dodó ||Enrolou em seus dedos o cabelo do mais novo completamente involuntária, respirando fundo e calmamente. Seu coração estava apertado ao ver o estado de Louis, afinal, a loira nunca fora acostumada a ver o irmão daquele jeito. Louie sempre foi extrovertido, e animado. O ver assim, fazia a menina querer que tudo desse certo ao garoto, para acabar com sua amargura que afetava não só a ela, como a todos ao seu redor. - Os senhores Rosier estavam aqui? - Perguntou, segurando para não arregalar os olhos. Ok, então alguma coisa tinha acontecido. - Ela… Hm… Leah pode ter ficado doente, não sei. - Disse nervosa, chegando mais perto do menino, tirando suas mãos de volta do corpo dele e colocando sobre o colo. - Bebê, você pode chorar. Isso não faz mal a ninguém. Mas tem que pensar positivo até qualquer notícia chegar, sim? - Mordeu com força o lábio inferior, respirando com certa dificuldade. A verdade era que, até ela, que tentava ser o máximo de otimismo do mundo, estava pra baixo, e não conseguia pensar em nada para ajudar o garoto. 

Os dois ali, os fizeram voltar a infância, quando raramente um consolava ao outro. Isso fazia Louis querer voltar no tempo cada vez mais. Uma época sem muitas preocupações, sem escola, nem desafios ruins como este. Louis suspirou e então respondeu. - Estavam. - confirmou balançando a cabeça, procurando o olhar da irmã. - Pareciam muito abalados para ser uma simples doença. E afinal, o que eles fazem aqui por conta de uma doença, Evan poderia avisar sozinho ao diretor. - O garoto não conseguia pensar em outra coisa. Não mesmo. - Doe, e se ela… - mordeu a linguá para não falar muitas bobagens, mas essa era uma das alternativas de qualquer jeito eles teriam que enfrentar, uma hora ou outra. 


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@Dodó || @Louie

meadowes-louis-smith:

Doe deitou sua cabeça na do menino, fazendo carinho em suas orelhas com a ponta da unha. - Leah…? - Disse, segurando a voz preocupada na abertura da garganta. A cunhada havia sumido a alguns dias, e havia tempo que não tinham tocado mais em seu assunto. A loira se remexeu um pouco nervosa, sentindo a provável dor do irmão em si própria. - Ela… Ela deve estar bem, Louie. Você tem que estar forte, apesar de ter acontecido alguma coisa. Não que tenha. - Completou, mordendo o lábio inferior, nervosa. Sem conseguir dizer mais nada, estendeu os braços pro menino, o abraçando sem pedir permissão. 

Hesitou um pouco ao toque da irmã, mas logo esqueceu e fechou os olhos. - Leah… - afirmou repetindo o nome da garota. - Louis estava com o coração a mil, gostaria que suas - muitas - perguntas fossem respondidas, mas isso parecia impossível. A única coisa a se fazer era sentar e esperar alguma resposta. O garoto suspirava de preocupação a cada minuto, parecia que só assim se acalmava, ou não. - Não acho que isso seja verdade, Doe. Horas a trás os pais dela entraram a sala do diretor junto de Evan. Todos estavam extremamente abalados… - logo pausou para mais um suspiro pesado. - E se… - começou mas não teve coragem ou mesmo estrutura para continuar, apenas fechou os olhos e mordeu o lábio inferior. 


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beauty queen: I'll be by your side, curly. || @Louie

meadowes-louis-smith:

Ao ver a expressão vazia do garoto - coisa que a loira não via a muitíssimo tempo, Doe fez questão de chegar mais perto dele, passando seu braço pelo seu pescoço. - O que houve, curly? - A loira arrumou os tão amados cabelos do mais novo, fazendo o garoto deitar sobre seu ombro por sua própria vontade. Deixou o saquinho de doce na sua paralela, esquecendo-se completamente de sua antiga felicidade pela glicose. - Vamos conversar? - Bom, não saiu muito bem como uma pergunta. Foi mais uma afirmação, mas ok. Dorcas procurou os olhos azuis de Louis, com um sorriso carinhoso e materno nos lábios, tentando o máximo fazer o garoto se sentir confortável ao seu lado.

Deitou a cabeça no ombro da irmã, suspirando novamente, ali ele se sentia seguro e confortável. - Eu não sei. Alguma coisa com… - ele deu uma breve pausa fechando os olhos e logo os abrindo novamente. - Leah. - disse em um fio de voz - Pode ser. - respondeu sem emoção, então fechou os olhos novamente passando os braços sobre a cintura da mais velha. - Alguma coisa aconteceu. E… Não acho que seja uma coisa boa. - disse em uma mistura de sussurros, suspirando mais pesadamente. 


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